Há tempos tento falar, gritar, esbravejar, verbalizar e dramatizar o que a também certo tempo venho sentido, pensado, sofrido, evitado, esmagado por pequenas distrações, sorrisos forçados e expressão desprendida. Eu não te amo. E eu não gosto de você(é o que eu espero). E a verdade é que nem amigos fomos capazes de ser. E por favor, que porra é esta que somos? Por ti eu não posso falar muito, mas, eu não passo de uma hipócrita quando conversamos, e eu detesto-me por isso, eu detesto minha própria hipocrisia ao fingir que está tudo resolvido, morto, enterrado, esquecido, como uma dessas lembranças perdidas no tempo. Por que não admitir que o cadáver do que éramos ou podíamos ser tem fedido muito por esses tempos?
Desculpe minha indelicadeza, revolta, mal educação ou o que quer que tu queiras chamar, mas, é um cadáver. Um zumbi, um morto-vivo, um pesadelo, uma sombra e me atormenta. Não sinto como se tivesse havido um ponto final, só um eterno reticências na pior parte da história. Nada de ponto final, a decisão é por maltratarmo-nos, ou pelo menos maltratar só a mim, já que minha decisão foi falar apenas pelo que sinto. Detesto hipocrisia. Só que me tornei uma hipócrita desde de que tu foste hipócrita comigo, e talvez, eu não sei, contigo mesmo.
Gosto de verdades. Por mais que duras, quero verdades. Não senti a tua, em nenhum instante, e a minha menos ainda. Nada de sentimentos nús ou de verdades arrogantes, só o que cabia ser dito para evitar que eu sofresse. Eu disse-te que estava tudo certo quando tudo deu errado. Como pude? Eu deveria saber que reticências é fim de conto de fadas, a vida, eu e você, e tudo o que é palpável termina com ponto final.
Posso te evitar, não acho justo, já que nada sabes, mas posso. Eu também posso te contar o que me corrói. Mas, o detalhe é que meu orgulho corrói mais ainda. Gostaria de saber também se não sabes o que dizes, isto mesmo, sabes? Saudade - o que disseste sentir por mim - é precisamente uma melancolia suave de uma pessoa, momento ou coisa. E dizer que sentes falta de mim, implica-me sofrimento, e remete a tua hipocrisia que disfarças de ti mesmo. Ela existe. Em mim, em você, e finalmente em nós. Sigo sem ela, quando eu conseguir subestituir as reticências. Entenda, só quero provar a mim mesma que sou capaz de não sentir tua falta ou até mesmo não sorrir ao lembrar de nós se este maldito fedor de cadáver passar, e de redigir finalmente meu ponto final. Quero passar para um novo capítulo.
Desculpe minha indelicadeza, revolta, mal educação ou o que quer que tu queiras chamar, mas, é um cadáver. Um zumbi, um morto-vivo, um pesadelo, uma sombra e me atormenta. Não sinto como se tivesse havido um ponto final, só um eterno reticências na pior parte da história. Nada de ponto final, a decisão é por maltratarmo-nos, ou pelo menos maltratar só a mim, já que minha decisão foi falar apenas pelo que sinto. Detesto hipocrisia. Só que me tornei uma hipócrita desde de que tu foste hipócrita comigo, e talvez, eu não sei, contigo mesmo.
Gosto de verdades. Por mais que duras, quero verdades. Não senti a tua, em nenhum instante, e a minha menos ainda. Nada de sentimentos nús ou de verdades arrogantes, só o que cabia ser dito para evitar que eu sofresse. Eu disse-te que estava tudo certo quando tudo deu errado. Como pude? Eu deveria saber que reticências é fim de conto de fadas, a vida, eu e você, e tudo o que é palpável termina com ponto final.
Posso te evitar, não acho justo, já que nada sabes, mas posso. Eu também posso te contar o que me corrói. Mas, o detalhe é que meu orgulho corrói mais ainda. Gostaria de saber também se não sabes o que dizes, isto mesmo, sabes? Saudade - o que disseste sentir por mim - é precisamente uma melancolia suave de uma pessoa, momento ou coisa. E dizer que sentes falta de mim, implica-me sofrimento, e remete a tua hipocrisia que disfarças de ti mesmo. Ela existe. Em mim, em você, e finalmente em nós. Sigo sem ela, quando eu conseguir subestituir as reticências. Entenda, só quero provar a mim mesma que sou capaz de não sentir tua falta ou até mesmo não sorrir ao lembrar de nós se este maldito fedor de cadáver passar, e de redigir finalmente meu ponto final. Quero passar para um novo capítulo.
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